Olá, eu sou a

Sou doula de coração e por vocação. Sempre me deslumbrei com a gravidez, a maternidade e os bebés e quanto mais relembro os conhecimentos e a sabedoria que trago em mim, mais apaixonada fico por esta fase da vida em que doamos a vida.

2016 e um ano cheio de motivação!

Já estava com vontade de escrever sobre isto, mas agora que vi este vídeo, senti que era mesmo a altura certa para o fazer!
Às vezes perguntam-me se sou sempre positiva? Optimista? Alegre? Entusiasmada? 
Outras vezes, ele pergunta-me porque escolho a manhã de Sábado para “amuar” e chorar. (Não é nada oportuno dado que gostamos de passar a manhã juntos e são as primeiras horas do fim de semana! :p)
Uma vez ela duvidou quando eu disse que nem sempre fui tão confiante e tão auto-amada. 
Às vezes nem eu dou conta do tamanho caminho que já percorri. Ás vezes parece que nada me chega, que é sempre insuficiente. Esqueço-me de olhar para trás e ver tudo quanto cresci e esqueço-me de agradecer, sempre, tudo quanto me chega, e de me lembrar que fui eu quem o criou. 
Ser responsável pela própria vida é MARAVILHOSO, mas por vezes não é fácil (ou parece que não é fácil). Ser responsável pela alegria que sinto, quando não a sinto, é chato :p Ser responsável pelo meu sucesso profissional, quando não o “vejo”, não é fácil. E não é fácil quando exijo de mim a torto e a direito. Quando o medo (como fala o filme) me começa a segredar: “Vês? Não és capaz”. “Vês? Não trabalhas o suficiente. Não te esforças e queres o quê?” “Tanto trabalho emocional e depois ages assim…”
Os nossos medos profundos, quando não olhados de frente e não aconchegados, têm força para nos assustar. De repente, ouço-o e encolho-me. De repente, duvido de mim, das minhas capacidades, dos meus sonhos, dos meus objectivos.
A questão aqui é que, para além de já saber para que serve o medo, olho para ele, converso com ele. 
Quando o medo é suficiente para nos fazer parar, há trabalho a fazer. O medo é útil para nós porque nos avisa do perigo. Mas quando “não há perigo” e o medo serve para nos travar, aí temos de ser nós a assumir o controlo e a responsabilidade.
E se der tudo errado? E se me despedir para viver inteiramente a minha paixão? O que acontece?
Que sonhos são os meus? O que me move? Como gostaria de passar a maior parte do meu dia? Com quem? A fazer o quê? O que me alimenta a alma? O que me faz sentir alinhada com o meu propósito de vida? Para que vivo?
Confiando em mim e na vida, acredito que nada me falta. Acredito na perfeição da natureza, das leis naturais, da positividade e da sintonia com um propósito maior. Assim sendo, não é o medo que me trava. Assim sendo, a alegria é inerente. Assim sendo, sim, sou optimista e sim amo-me. Cada dia mais. É um processo e é possível para todos nós!
Que 2016 seja um ano:
> Livre de crenças limitadoras
> Cheio de realização profissional
> Cheio de amor dentro de nós, que automaticamente se reflecte fora de nós
> Cheio de confiança na Vida
> Cheio de honestidade, de mim para mim e de mim para ti
> Cheio de alegria, entusiasmo e Gratidão!!
Muito grata por me leres aqui. Muito grata por contribuires para que o UAU MAMÃ faça ainda mais sentido! 😀

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