Olá, eu sou a

Sou doula de coração e por vocação. Sempre me deslumbrei com a gravidez, a maternidade e os bebés e quanto mais relembro os conhecimentos e a sabedoria que trago em mim, mais apaixonada fico por esta fase da vida em que doamos a vida.

Gravidez espiritual? A alma do bebé já aí anda!!

Bom dia!!
Hoje trago-vos uma partilha repleta de amor e encantamento! 🙂
Uma querida amiga e irmã está neste momento a abrir-se para a concepção e partilhou comigo que não estando fisicamente grávida, se sente grávida! Sem saber bem explicar e eu sem nunca ter passado por isso, é óbvio e fácil para mim sentir a alma do bebé a chegar. Por isto, fui pesquisando dentro do tema e encontrei um artigo que foi exactamente de encontro àquilo que procurava. 
Como é que a alma chega e se une ao bebé? Quando isso acontece?
Algumas tradições acreditam que é Deus quem escolhe onde e em que família o bebé nasce. Enquanto outras acreditam que quem escolhe é o bebé em “comunhão ou não” com Deus.
Segundo o que li, e aquilo em que acredito também, a conexão entre bebé e pais é feita antes da concepção ou até em vidas passadas (no caso das relações kármicas) por escolha do bebé (e dos pais também).
A alma do bebé escolhe a família que o irá acolher de acordo com as experiências terrenas que quer/precisa de ter, dependendo do propósito da alma – por exemplo, uma relação mãe-filha em vidas passadas pode ressurgir com os papéis invertidos, ou, questões mais práticas, uma alma que queira experienciar diariamente a relação com cavalos por qualquer razão, escolherá uma família que tenha essas condições físicas.
Segundo o artigo, há almas que têm o propósito focado no local de nascimento e de vida, isto é, a localização geográfica onde irão viver, e que a escolha dos pais especificamente não é assim tão relevante. 
A forma como eu vejo todo este processo é um conjunto de almas prontas a reencarnar e  “lá em cima”, olhando cá para baixo, vendo como nós nos relacionamos, como levamos a nossa vida, para onde caminhamos, quem somos, quem escolhemos….e com uma perspectiva completamente alargada escolhem qual o conjunto de pessoas que melhor “lhes serve” no seu processo, na sua evolução. 
Então quando a alma chega ao nosso plano terreno e ainda antes da concepção, os pais (ou apenas um dos membros do casal) pode (ou não) sentir essa presença. Sente-se mais atraído por bebés, sente-se mais paternal/maternal, com vontade de ter um filho, mais disponível…O desejo é mais constante.
Quem tem a capacidade de ver auras pode nesta fase do processo ver a aura do bebé junto à aura da mãe ou do pai, porque a energia já lá está! Mesmo antes da concepção! E o momento da concepção é crucial. Segundo esta perspectiva, é o momento em que acontece a conexão biológica e espiritual. A alma do bebé, o espírito do bebé, começa nesta altura a ser físico.

[Este dado específico ainda não é muito claro para mim uma vez que pela filosofia do yoga, que me faz tanto sentido, a alma do bebé liga-se ao seu corpo aos 120 dias de gestação – irei aprender mais sobre isto em breve e partilharei convosco tudo quanto puder! :)]

Ainda assim, é muito claro para mim, e aqui também por experiência própria, que o momento da concepção é crucial no que diz  respeito pelo novo ser. A forma como o casal se relaciona, se ama, se respeita influencia o bebé que naquele instante se está a criar. Relações sexuais amorosas, prazerosas, com vontade e entrega, com união só poderão dar frutos à sua semelhança. A energia criada no momento da concepção é a energia transmitida às primeiras células da vida daquele ser :D.

É tão bonito pensar que tudo tem um propósito e que mesmo antes da concepção já existe algo, a alma já chegou e está apenas à espera do momento biológico que a permita ter forma. E isto para mim é fascinante!! Espero que para vocês também 🙂

 

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