Olá, eu sou a

Sou doula de coração e por vocação. Sempre me deslumbrei com a gravidez, a maternidade e os bebés e quanto mais relembro os conhecimentos e a sabedoria que trago em mim, mais apaixonada fico por esta fase da vida em que doamos a vida.

Que tipos de toxicidade conheces?

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Olá!

Hoje desafio-te a pensar nisto. Que tipos de toxicidade conheces?[dt_gap height=”10″ /]

Hoje em dia, com tanta informação ao nosso dispor sobre alimentação consciente e sobre as características dos alimentos, sabemos melhor quais são e quando estamos a ingerir alimentos tóxicos, certo?
E daí vem também a culpa e vontade de desintoxicar o corpo com sumos ou alimentos depurativos, com exercício físico, etc.[dt_gap height=”10″ /]

E que mais formas de toxicidade conheces tu?[dt_gap height=”10″ /]

E quais são aquelas que te contaminam?[dt_gap height=”10″ /]

Para além dos óbvios – alimentação (gorduras, açúcares) , poluição ambiental (automóvel, industrial), tabaco, alcoól, café….de onde pode vir a toxicidade?[dt_gap height=”10″ /]
Já pensaste que tu próprio és muitas vezes criador da tua própria toxicidade?[dt_gap height=”10″ /]

Que ciclos de pensamentos negativos sobre ti e sobre os outros tens diariamente? Dás-te conta disso?[dt_gap height=”10″ /]

E quantas palavras saiem da tua boca com essa vibração?[dt_gap height=”10″ /]

Quantas vezes te intoxicas com informação e mais informação? Do telemóvel, do tablet, da televisão, da publicidade, do ruído… Costumas deixar-te ir nessa onda de excesso de informação? Ou páras com isso assim que sentes que é demais?[dt_gap height=”10″ /]

Quando sentes ao teu redor pessoas com energia mais negativa, conflituosa, o que fazes? Manténs-te e alimentas essa onda negativa ou afastas-te e cuidas dos teus níveis de energia?[dt_gap height=”10″ /]

Nós somos responsáveis por nós próprios. E somos responsáveis (e não culpados) pelo que o escolhemos comer, pela actividade física que escolhemos fazer para manter o nosso corpo enérgico, saudável e vital, pela limpeza do nosso corpo e também da nossa mente e somos responsáveis também pelo que dizemos e pela realidade que criamos através  dessas palavras.[dt_gap height=”10″ /]

Com que frequência falas mal de ti próprio? Se calhar nem dás conta daqueles “Sou tão parva.” “Ai que estúpida.” “Deixa estar, não me ligues.” “Sou horrível a fazer x coisa.” “Nunca consigo não sei o quê…” E tantos tantos exemplos que cada um, se estiver atento, vai descobrir. São padrões enraizados na nossa mente que nos leva, dia após dia, a repetir expressões que em nada nos elevam. Bem pelo contrário. De cada vez que dizemos algo negativo ou desrespeitador sobre nós próprios, estamos a dar mais uma oportunidade à nossa mente subconsciente de acreditar nisso. E a nossa realidade começa a manifestar-se de acordo com aquilo que está gravado no subconsciente.[dt_gap height=”10″ /]

É dito cada vez mais que existe associação da linguagem negativa com a infelicidade e às vezes, nós não damos conta da nossa linguagem. Muitas vezes estamos em piloto automático, dizemos a mesma coisa todos os dias, e nem sequer nos ouvimos. É totalmente da boca para fora. Então, o que sugiro hoje é que comeces a ouvir a maioria das coisas que dizes. E se puderes, anota![dt_gap height=”10″ /]

No final do dia, olha para a tua lista de expressões ditas e vê, primeiro, se são verdade e depois se te elevam ou te rebaixam.[dt_gap height=”10″ /]

O primeiro passo para mudares o que quer que seja é conheceres a realidade. Por isso, começa a ouvir-te com consciência e a tomar consciência do que dizes. O processo de desintoxicação pode começar por aqui, e hoje![dt_gap height=”10″ /]

Atreves-te a escutar-te? :)[dt_gap height=”10″ /]

[ilustração de autor desconhecido]

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